sopro de verão
quente e abafado
asfixia-me
terça-feira, 1 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Papoilas, de mim.
Das mãos férteis e cansadas
dos olhos salgados e escuros
da boca seca e ansiosa
dos pulmões inquietos e melancólicos
de mim cansado e apagado
não nasce nada
se não papoilas selvagens
de versos vermelhos
dos dedos agitados e sonhadores
do olhar brilhante e atento
do sorriso quente e claro
do coração animado e feliz
crescem rúbeas papoilas
de versos selvagens
dos olhos salgados e escuros
da boca seca e ansiosa
dos pulmões inquietos e melancólicos
de mim cansado e apagado
não nasce nada
se não papoilas selvagens
de versos vermelhos
dos dedos agitados e sonhadores
do olhar brilhante e atento
do sorriso quente e claro
do coração animado e feliz
crescem rúbeas papoilas
de versos selvagens
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Sono infinito
Deste vento da madrugada
Nasço rápido como a luz
Para vir cantar ao mundo fresco
Palavras do meu sonho
Descanso breve e pequeno do corpo
Êxtase cansativo da alma.
Sonho num sono silente e sossegado
Sonho só
Sono infinito
Nasço rápido como a luz
Para vir cantar ao mundo fresco
Palavras do meu sonho
Descanso breve e pequeno do corpo
Êxtase cansativo da alma.
Sonho num sono silente e sossegado
Sonho só
Sono infinito
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
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